Escrevo para falar do futuro, para falar do passado, para me encontrar. Procuro nas palavras a melhor forma de demonstrar aquilo que está impregnado em mim e que resiste em sair sob a forma de voz: aquilo pede frases, textos. Apela por mais calma, por palavras mais bonitas, por ações mais pensadas. Mas aquilo tem razão: no final, o resultado é um reflexo do que eu realmente sou. É meu instinto. Minha defesa está na ponta do lápis, na ponta do dedos. Minha defesa está, literalmente, em minhas mãos.
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