Nadando contra a corrente só pra exercitar

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sempre igual

Ela se virou e observou o campo verde que estava diante dela. Rochas cobriam boa parte e uma pequena cabana também fazia parte do cenário.
A cabana parecia habitada por seres não comuns, mas despertava na jovem grande curiosidade.
A garota sentia-se perdida em meio àquilo. Não sabia para onde seguir.
Ouviu a voz de seu pai ao longe, mas não sabia para qual lugar rumar.
Caminhou e sentiu a relva fria tocando-lhe os pés.

Acordou e esqueceu daquilo.

Mas existe algo estranho nessa história: o sonho veio vistá-la outras vezes, sempre com as mesmas características.

A garota divaga sobre o que aquilo pode significar.
Porém, até hoje não chegou a nenhuma conclusão, nunca teve bom desempenho na interpretação de sonhos.

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